terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Hospital Dom Alvarenga...

Já havia amanhecido, e eu ainda estava chorando, o que me faz lembrar que a cabeça da gente é uma arma muito poderosa para aumentar ou diminuir dores/aflições.
Um novo medico bateu na porta e ao me ver naquele estado, pediu autorização para que eu ficasse com um acompanhante, já que estava em um quarto isolado.
Era 9h da manha, quando ligaram para minha família, pedindo que alguém viesse para ficar comigo, e foi só assim que consegui parar de chorar.
Era 10 e pouco, quando minha mãe chegou. Eu não conseguia contar pra ela o que tinha ouvido, mas a presença dela no quarto foi importante.
O dia correu sem nenhuma grande novidade, já que os nefrologistas não ficam de plantão todos os dias nesse hospital.
Pelo menos uma coisa era boa, a comida! Eu sempre ouvia que comida de hospital era uma porcaria, mas a que eu estava comendo estava deliciosa, alias, havia muito tempo que não estava com um apetite tão bom (só depois descobri que devido ao prednisona que estava tomando, meu apetite aumentou).
A noite lá era mais movimentada, a entrada e saída de enfermeiros era constante, a coleta de exame também era maior, e alem disso, havia a visita da maquina de RX.

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